Nos anos seguintes, passei por contextos bastante diferentes: negócios digitais, segurança, sistemas de gestão, vendas, cobrança, atendimento e análise de dados. Na época, pouco disso parecia fazer parte da mesma história.
Ao coordenar sistemas integrados, eu já lidava com um problema que mais tarde encontraria em APIs e automações: partes diferentes da empresa representando versões diferentes da mesma realidade.
Também escolhi entrar em vendas justamente porque não me considerava vendedor. Queria descobrir quanto daquela limitação era real e quanto era uma ideia que eu havia construído sobre mim mesmo.
Mais tarde, em uma operação ligada à Serasa Experian, Excel, percentuais e conhecimento do processo já eram suficientes para responder a uma pergunta que continua atual: onde devo olhar primeiro?
Tecnologia muda. A necessidade de decidir onde colocar atenção permanece.